As suas origens
De onde vem?
O Mau Egípcio conta entre as mais antigas raças felinas conhecidas. A sua imagem já aparece no Egito antigo, onde ocupava um lugar simbólico importante e acompanhava também a vida quotidiana ao ajudar a limitar os roedores. A raça quase desapareceu ao longo do século 20e, nomeadamente após a Segunda Guerra Mundial, antes de ser relançada em Itália e depois desenvolvida nos Estados Unidos graças ao trabalho de criação empreendido em torno dos gatos reunidos pela princesa Natalia Troubetskoï. O Mau Egípcio difundiu-se depois mais amplamente na Europa, incluindo a França.
O seu aspeto
Como é?
O Mau Egípcio é um gato de tamanho médio, elegante, musculoso e particularmente ágil. O seu corpo mantém-se harmonioso, com uma silhueta intermédia entre o tipo oriental e o gato europeu. As suas patas traseiras um pouco mais longas favorecem saltos potentes e uma grande velocidade. A sua cabeça, ligeiramente triangular e arredondada, apresenta grandes olhos verdes amendoados, orelhas largas bem proporcionadas e uma testa frequentemente marcada por um desenho em forma de M. O seu pelo curto apresenta um padrão spotted tabby natural, com cores reconhecidas como silver, bronze ou smoke.
O seu temperamento
Temperamento e caráter
O Mau Egípcio associa independência, sensibilidade e apego ao seu lar. Afetuoso com os seus próximos, aprecia os momentos calmos e as interações de qualidade, mantendo ao mesmo tempo um temperamento vigilante. Pode mostrar-se reservado com os desconhecidos, mas geralmente desenvolve uma bela cumplicidade com a sua família.
Convivência
Convivência com crianças e animais
É um gato brincalhão, desportivo e caçador por natureza, que precisa de estímulos diários para se manter equilibrado. Gosta de trepar, observar e gastar energia, o que o torna mais à vontade num ambiente enriquecido. Com crianças respeitosas, participa de bom grado nas brincadeiras. Em contrapartida, o tédio e o sedentarismo não lhe convêm e podem favorecer um aumento de peso.
Educação
Educação e socialização
O Mau Egípcio responde bem a uma educação suave, coerente e regular. Ele aprende mais facilmente quando as rotinas são estáveis e quando a motivação passa pelo jogo, pela recompensa e por interações positivas. É preferível respeitar a sua sensibilidade e a sua necessidade de observar antes de lhe impor novas situações ou a presença de desconhecidos.
Orçamento
Preço e orçamento do Mau Egípcio
O preço de um Mau Egípcio varia conforme a qualidade da linhagem, a reputação do criador, o sexo, a conformidade com o padrão e o destino do gatinho. Uma seleção séria e uma criação bem acompanhada justificam frequentemente uma tarifa mais elevada.
Ver detalhe dos custosSaúde
Saúde em resumo
O Mau Egípcio beneficia globalmente de uma saúde bastante robusta. Nenhuma doença genética especificamente reconhecida é destacada de forma constante, mas isso não dispensa um acompanhamento veterinário sério. Como muitos gatos ativos vivendo por vezes mais no interior, é sobretudo preciso prevenir o excesso de peso, vigiar o estado buco-dentário e manter as vacinações e a proteção antiparasitária em dia.
Prevenção e pontos de atençãoAlimentação
Alimentá-lo bem
O Mau Egípcio precisa de uma alimentação completa e de boa qualidade para manter a sua massa muscular sem favorecer o ganho de peso. O seu regime deve permanecer adaptado à sua idade, ao seu estado fisiológico e ao seu nível de atividade.
As nossas dicas de alimentaçãoSabia que?
Curiosidades e popularidade
O Mau Egípcio é frequentemente apresentado como uma das muito raras raças de gatos domésticos naturalmente malhadas. O seu nome significa simplesmente gato em egípcio. A sua aparência atlética, a sua rapidez e a marca em forma de M na testa reforçam ainda mais a sua imagem de gato antigo e singular.




